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quarta-feira, 3 de junho de 2009

Pilhas

Não vejo a luzinha do costume. E a porta não abre. Carrego outra vez no comando. Nada de luz. Nem de abrir. Mais uma vez. Nada. Tento outra vez o comando. E ainda outra, e outra. Ná… Entretanto, está um calor horrível, e o cabelo cola-se-me ao pescoço. Procuro o leque. Estou de pé no passeio e, como sempre, na carteira nunca encontro nada. Tento abrir o carro outra vez. Agora precisava de despejar a carteira em cima do banco do lado. E, depois de me abanar com o leque, iria para casa já com o ar condicionado ligado. Mas a luz não acende e as portas continuam sem abrir.
Quero ligar para a “assistência em viagem”, mas também não encontro o cartão com o número… e não me lembro de olhar para o pára-brisas, onde está o selo do seguro com o número bem visível.
Resolvo ir a um café onde me possa sentar e procurar o que me faz falta dentro da carteira. Finalmente, já com um café à minha frente, descubro que afinal o leque não consta (não faço ideia de onde possa tê-lo deixado) e, depois de muito procurar entre os cartões, encontro o número da assistência.
Depois de dizer a matrícula do meu carro a quem me atende, informo que o comando não funciona e as portas não abrem. Pergunta-me: “Não será falta de pilha?” Se calhar, mas nunca me tinha acontecido. E acrescenta: “E com a chave, a fechadura não abriu?”
A primeira coisa que me passou pela cabeça foi que, se ao telefone estivesse um homem, pensaria logo em cartas que saem na farinha Maizena, e outras histórias cretinas de mulheres ao volante...
Dei uma gargalhada e respondi: “Tem razão, as chaves sempre serviram para abrir fechaduras, mas há séculos que não abro um carro com chave…”
Ela não se riu e ainda acrescentou: “Se também não conseguir com a chave, ligue-nos outra vez”. Muito profissional, sim senhora.


Isto tudo foi ontem ao fim do dia. Depois fui substituir a pilha, sim. A do comando.
(E sim, volto aqui para contar isto mais de um mês depois do último post publicado. Preciso de férias. É já a seguir. Para a semana!
Será que volto menos distraída?
Bjs)

sábado, 14 de março de 2009

Magia!

Recebido por e-mail.

quinta-feira, 12 de março de 2009

Book das faces

Para quem dizia não achar piada ao Facebook - espécie de Big Brother, cusquice até dizer chega, blá-blá-blá, não está mal, não senhor. Acabo de andar por lá, divertida. E pronto, assim se passam 2 horas e tal, sem fazer nada de especialmente útil. Mea culpa.
E agora vim aqui só para dizer isto, que é como quem diz, encher chouriços.
Se alguém me está a ler, vai pensar: "Então porque vieste? Se calhar, devias era dedicar-te à pesca, ou - já viste as horas? - ir dormir, ou assim... ?"
Pois, é melhor ir dormir, não é?
Boas "nôtes".

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Diferenças



Isto é o que se passa na cabeça de um homem e de uma mulher, quando alguém diz:
"Vamos beber um copo logo à noite?"
Foi-me mandado por e-mail, pelo meu amigo P.M.(não, não é o Primeiro-Ministro, cruz-credo!).


segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Gaivotas

A propósito de gaivota, aqui fica esta Gaivota, de Alexandre O'Neil, pela voz de Carlos do Carmo:

(já ouvimos aqui este fado cantado pela Amália)

E já agora, mais gaivotas, na voz de Neil Diamond. "Be", a recordar o filme "Jonathan Livingston Seagull", que encheu cinemas de adolescentes, quando eu era uma.


A palavra gaivota, sabe-se lá porquê (!), faz-me lembrar o mar, praia, passeios de barco, muitas gargalhadas, férias e... o Pica!

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Falta de visão

Por causa de umas coisas que eu cá sei e que de alguma maneira abordo nos dois últimos posts, que, por sinal, aparentemente não teriam nada em comum entre si, sinto que posso ter "emburrecido" nos últimos tempos e até estou a pensar inscrever o meu cérebro na ginástica. A sério, e também estou a ver muito pior ao pé, principalmente desde o Verão. Já marquei Oftalmologista. Será que a próxima consulta vai ser assim?

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Boa disposição matinal

Hoje, quando acordei, encontrei este recado ao pé da porta:

“WAKE ME UP BEFORE YOU GO GO, PLEASE”

Apesar de nunca ter gostado especialmente desta música, isto pôs-me bem disposta e andei o resto do dia a cantarolá-la.

Deixo aqui esta “pérola” dos anos 80, que encontrei no Dailymotion.

Se o meu filho não tivesse uma cultura musical bastante maior que a sua idade, teria escrito qualquer coisa como “Mãe, não se esqueça de me acordar.” Mas assim foi muito mais divertido, não acham?
Vou-lhe pedir que amanhã me dê o mote para outra música, senão não me livro dos Wham, que se preparam para continuar durante o resto da noite a cantar dentro da minha cabeça.

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Uma semana diferente

Há pouco, aí em baixo, escrevi:
"Continuo a conseguir rir-me de quase tudo".
A propósito, na 6ª feira passada, propus aos meus colegas de gabinete que esta semana fosse diferente. Para isso, em cada dia, poderíamos variar:
2ª feira - falar entre nós aos gritos;
3ª feira - falar com "sotaque", por exemplo de Viseu;
4ª feira - deslocar-nos pela sala a chinelar;
5ª feira - cantar em vez de falar (com excepção para telefonemas de trabalho);
6ª feira - andar aos pulos dentro da sala, em sinal de júbilo pelo fim-de-semana que aí vem.
Ontem, 2ª feira, fiquei rouca logo ao princípio da manhã.
Hoje, como ninguém alinhou por tempo suficiente no combinado, fiz de tudo um pouco: falei com "Xxxxs" enquanto atravessava a sala aos pulos, a chinelar, e cantei aos gritos "gosto de ti até à lua e da lua até aqui" enquanto o André Sardet cantava este inaudito refrão na telefonia. Nem assim os coleguinhas se convenceram que deveríamos ter passado todo o dia a falar com sotaque.
Mas rimo-nos bastante.
Amanhã, vamos ver o que acontece. Pelo sim pelo não, vou levar uns sapatos velhos que me estejam largos, senão não consigo chinelar. Ou então levo mesmo umas havaianas. Devia era ter pensado nisto mais cedo. É que, para isso, já está imenso frio!

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Já 5004!

5004 é o número de pessoas que aqui vieram desde 20 de Janeiro deste ano, dia em que este blog nasceu.
Ainda hoje alguém apareceu procurando "seios perfeitos". Outro buscava "sonhar com baratas". De facto, há gostos para tudo.
Espero que se divirtam mesmo aqueles que aqui vêm por engano.
Para mim, embora menos assídua, continua a ser um prazer partilhar convosco as coisas de que gosto, que me divertem ou que me preocupam, e, enfim, sonhar acordada aqui no meu Sonho.

Consumismo

2008 Año del consumismo
ALÉGRESE!

SEGÚN LOS MAS ENCUMBRADOS EXPERTOS EN ECONOMÍA,
MARKETING Y TENDENCIAS DEL CONSUMIDOR,
EL 2008 SERÁ EL AÑO DEL...
C O N S U M I S M O

TENDRÁ QUE QUEDARSE:
CONSU-MISMO COCHE
CONSU-MISMO SUELDO
CONSU-MISMO TECHO
CONSU-MISMO VESTUARIO
Y CON MUCHA SUERTE
QUIZÁS CONSU-MISMO TRABAJO!
*Recebido por e-mail.

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Ai que caloooooooooooooooooor !

De repente, em qualquer lugar, quando ele aparece, o calor sobe a níveis desmesurados. Coro como há muito não corava. Os seus dedos deslizam-me pela nuca, pelo pescoço, pelo peito, com uma violência que só agora entendo. Transpiro tanto que as minhas mãos e o cabelo ficam molhados. Fico exausta. Basta. Tenho de afastá-lo, o que faço o mais vigorosamente que posso, abanando-me com o leque.
Tudo isto podia ser bom se ele não fosse apenas mais um afrontamento…


Ligo o ar condicionado, que aponto em cheio para mim, ou abro janelas, de maneira a fazer corrente de ar. Não adianta. O leque, que além do mais nos dá algum “salero”, é mesmo o melhor amigo da mulher durante a menopausa, por ser o mais eficaz inimigo dos afrontamentos.
Fotografia "roubada" à Sofia.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

I'm your fan


Este foi o primeiro CD que tive, e quem mo deu foi um amigo muito especial. Ouvimo-lo enquanto jantávamos. Quando a música parou, levantei-me e disse "Vou só virar o CD". Fui gozadíssima, como se calcula. (Já nessa altura era distraída).
Adoro este CD, mas perdi-o. Ou melhor, acho que o emprestei, não sei já a quem, e desapareceu. E hoje era mesmo isto que me apetecia ouvir.
Gosto muito de Leonard Cohen e ouço-o bastante, mas hoje apetecia-me ouvir as suas canções com roupagens diferentes, mais coloridas, muitas vezes quase exóticas, como a versão de Suzanne pelo ugandês Geoffrey Oryema, por exemplo.
No Google encontrei a capa do disco e pude relembrar o que lá está:
1. The House of Love: Who by fire
2. Ian McCulloch: Hey, that’s no way to say goodbye
3. Pixies: I can’t forget
4. That Petrol Emotions: Stories of the street
5. The Lilac Time: Bird on the wire
6. Geoffrey Oryema: Suzanne
7. James: So long Marianne
8. Jean-Louis Murat: Avalanche IV
9. David McComb & Adam Peters: Don’t go home with your hard-on
10. R.E.M.: First we take Manhattan
11. Lloyd Cole: Chelsea hotel
12. Robert Foster: Tower of song
13. Peter Astor: Take this longing
14. Dead Famous People: True love leaves no traces
15. Bill Pritchard: I’m your man
16. Fatima Mansions: A singer must die
17. Nick Cave and the Bad Seeds: Tower of song
18. John Cale: Hallelujah
Depois estive horas no Youtube à procura das músicas (continuam, mais uma vez, por desfazer, as malas chegadas das férias inesperadas), mas só encontrei as assinaladas nesta cor, que agora queria pôr aqui... mas não estou a conseguir... Então não é que me esqueci outra vez como se põe música? Como se vê, continuo muuuuuito distraída...
Bolas! Vou dormir. Acho que o meu mal é sono.

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Em 6 palavras de cada vez

Em resposta ao desafio da Sofia,
Vão seis palavras em seis linhas,
E em jeito de private joke:
“Tu de sandálias, apesar da chuva.”
Ou mais um pouco de inglês:
“Despite the rain, tu de sandálias.”



Um dia respondo mais a sério...

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Férias!

Boas notícias para mim:

Amanhã, 5ª feira,
é véspera de feriado,
o que quer dizer véspera de fim-de-semana de 3 dias.

Só tenho de trabalhar mais 1 (um) dia
e, depois, fim-de-semana (GRANDE)
seguido de... FÉÉÉÉÉRIAS!

E só volto à labuta no dia 5 do mês que vem.
Ou melhor, no dia 5 de Maio.
Dito assim ainda parece mais tempo!

Gosto mesmo de sonhar, não é?

"Gabriela Cravo e Canela" e os sapatos

Acho que tenho qualquer coisa de “Gabriela Cravo e Canela”. Quem não leu o romance de Jorge Amado? E quem não viu - os demasiado novos, claro - a primeira telenovela na RTP, há 31 anos? Lembram-se da Sónia Braga, muito novinha, sempre descalça, a dizer “Sapato não, Seu Nacib”?
Se eu pudesse, também andava descalça. Para mim, os sapatos são quase sempre, por mais fantásticos que sejam, uma coisa hostil. Idem para botas, sandálias, seja o que for. Se não magoam, cansam, o que é que querem? Mas não posso mesmo andar de pé nú, não é?
De entre todos os tipos de “protecção para pés” – odeio a palavra “calçado”, excepto quando usada como particípio passado do verbo “calçar”- botas, sapatos, sandálias, etc, prefiro as botas. Do mal, o menos. Ou sandálias, mas estas têm de ser mesmo muito confortáveis, e os dedos não podem “saltar” por entre as tiras, e as tiras não podem ser finas demais, nem grossas demais.
Nesta altura do ano a coisa complica-se: já está calor para botas, e ainda não dá para andar de sandálias. Por isso, é nesta altura que eu e os sapatos mais brigamos.
Mas eu é que devo ser complicada.

Há uns dez anos, depois de muitas horas de almoço a procurar com a minha amiga Vera, depois de literalmente ter “desfeito” mais uma sapataria, finalmente consegui comprar uns sapatos de que gostava. A Vera ficou tão aliviada, que pegou no telemóvel e ligou para os nossos colegas de trabalho, excitadíssima a participar o meu feito. Coitada, ela já não aguentava entrar comigo em mais sapatarias. Aproveito para acrescentar, para quem não a conhece, e caso ainda seja preciso depois desta história, que ela é mesmo boa pessoa.

Enfim, ao contrário de muitas das minhas amigas, não sou especialmente apreciadora de sapatos. Mas ontem, confesso, entusiasmei-me e comprei, não digo quantos.
Fui a uma sapataria novinha em folha, que abriu na 2ª feira, e que é projecto de dois “sobrinhos” meus, a M. e o D., um casal lindo, de quem gosto imenso. Se a M. não estivesse à espera de bebé, eu diria que a Zilian, a sapataria, é o primeiro filho dos dois.
Mas voltemos à sapataria. É enorme e bem decorada, como não costumam ser as sapatarias grandes onde já estive. E tem centenas de modelos de sapatos e sandálias de todas as cores, baixos, altos, com salto agulha, salto normal, com cunha, com fivelas, com laços, uma loucura. A sério. Tem modelos lindos e não são caros. De perder a cabeça. Apetece-me voltar lá. Como a loja não é longe, na António Augusto de Aguiar, corro um sério risco de ficar fanática por sapatos.
Segurem-me, senão qualquer dia dou pelo nome de Imelda!

Em memória da “ex-eu”, a do “sapato não!”, deixo aqui a "Modinha para Gabriela", de Dorival Caymmi, pela voz da Gal Costa, que todos os dias entrava pelas nossas casas à hora da "Gabriela".


segunda-feira, 7 de abril de 2008

Até que enfim!

Viram? Já consegui pôr música aqui no Sonho!
Afinal, tal como o próprio blog, acabou por ser mais fácil do que me parecia.
Se forem já, o Eric Clapton ainda deve estar a cantar aí em baixo.

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quinta-feira, 3 de abril de 2008

Eficaz, sério e garantido

Hoje encontrei na caixa do correio um papel pouco maior que um cartão de visita, que dizia isto:

“Professor Mestre …
Vindo do centro mais importante de Astrologia Africana, o grande cientista espiritualista e curandeiro, célebre médium. Conhecido em África, Europa e na Ásia. O contacto depende de vocês. Tem poderes para resolver todos os problemas, mesmo difíceis, em todos os domínios, por exemplo: Prender a pessoa amada, amor, fidelidade, previsão de vida e futuro, sendo eficaz, sério e garantido. Trabalho à distância com cola, athim e tartaruga africana. Sigilo absoluto.
Qualquer informação dirija-se ao Professor…”


Apetecia-me telefonar para perguntar:

  • E se a pessoa amada o prendesse a si, gostava? Hein?
  • Também prende amor, fidelidade, e previsão de vida e futuro? Isso é o quê?
  • Previsão de vida e futuro, significa que, para além do futuro também prevê vida passada ou presente? E de que serve “prever” passado e presente?
  • Trabalho à distância não é via Internet? Com cola, athim e tartaruga africana, é como? Cola sei o que é - por exemplo, aquela que dizem que cola cientistas ao tecto – e tartaruga africana também sei; “athim” aparece no Google como um dos nomes dados a Alá, o anãozinho da Branca de Neve que conhecemos por Atchim, e em substituição de “atchim” (espirro) e de “assim” (deve ser escrito por alguém “sopinha de massa”, ou melhor dizendo, “thopinha de matha”). Mas não estou a ver como faz “trabalho à distância” com estas coisas…
  • Será que põe cola na carapaça de uma desgraçada de uma tartaruga africana constipada e a manda espirrar a casa dos clientes?

quarta-feira, 26 de março de 2008

Todos os caminhos vão dar... aqui

Tinha pensado comemorar o dia em que o número de visitantes deste blog chegasse aos 1000. Mas tenho andado um bocado distraída. E reparo hoje, 2 meses e uns dias depois de ter começado, que já são 1949 (937 desde o dia 13 de Fevereiro), isto se não contar com os 3205 page viewers, que são aqueles que só espreitam, não é?

A maior parte dos visitantes chega através de outros blogs, cujos links estão aqui ao lado, e, mais ao menos, devem saber ao que vêm. Uma grande parte dos outros já vem pelo seu próprio pé, directamente aqui ao “Vou pelo Sonho”.

Mas muitos vêm aqui à procura de outras coisas, que listo de seguida, e a quem aproveito para informar:

“mulher na praia” – Ó meus amigos, aquela imagem não pode justificar tanta visita. Será verdade que alguém gosta daquilo? Foi a brincar…

“cortinas para quarto” – Pois, se vinha procurar soluções de decoração, não tenho. Puxe pela sua imaginação.

“%” – Lamento, mas percentagens, números, contas não são mesmo o meu forte. É melhor procurar noutro sítio.

“sonhar com terra” – Bem, com jeito, talvez se safe. Aqui sonha-se, seja lá com o que for.

“sonhar lavando a casa” – Mas sonhar lavando a casa não é a maneira mais agradável.

“mensagem novos empregados” - Não sei o que lhe diga, meu amigo. Mas se hoje eu tivesse que transmitir uma mensagem a novos empregados, talvez lhes dissesse esta frase: “Sejam sérios, mas não se levem demasiado a sério”, que hoje mesmo, através da Sofia, descobri ter sido dita por Miguel Torga a um então futuro Presidente da República.

“coisas de gajos” – Também não… Quer dizer, depende… Se é "gajo" e gosta de coisas muito pirosas, para a próxima procure por “mulher na praia”, e mesmo assim terá uma desilusão: a foto é pindérica, mas não chega a ser ordinária. Pode ser que o que procura seja mais uma coisa tipo “Soraia Chaves nua” *, mas aqui não encontra. E futebol também não há aqui…


* Isto é que foi subtileza! (LOL)

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Distracções (III)

Lembram-se de eu ter dito que aquilo podia ter acontecido comigo? Pois.
Ontem à hora do almoço, debaixo de uma valente chuvada, chapéu-de-chuva aberto, dirigi-me ao carro. De longe vi-o. Parecia um barco no meio de um rio. Tentei chegar-lhe perto, evitando sem sucesso pôr os pés dentro de água. “É melhor ir pelo outro lado, parece estar menos mau”, pensei. Tentando, com a única mão disponível, salvar a baínha de ao menos uma das pernas das calças, lá fui eu tchloc, tchloc, caminhando com cuidado pelas águas sujas do chão. Chegada junto ao carro, já de comando na mão, fui fechando o chapéu-de-chuva enquanto tentava abrir o carro. E o carro, nada. Nada de piscas, “Isto só a mim…”, nada de abrir portas, “M….”, nada de nada. “Bolas, isto agora não funciona. Era só o que faltava.”
Mas afinal não era só o que faltava. Ainda havia mais. Aquele carro, não só não era o meu, e era muito diferente, quer na cor quer no modelo, como o meu, uns vinte metros mais à frente, parecia rir-se para mim.
E foi também a rir que saí dali, atravessei o “rio” imundo, já sem segurar nas calças e sem me cobrir da chuva que continuava a cair, e fui até ao meu carrinho quase e correr.
O meu carro estava num sítio completamente… sem água à volta. E eu entrei nele, um pinto, e fui a casa mudar de roupa e de botas!
O que vale é que eu me acho graça, senão não teria tido piada nenhuma!